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sexta-feira, 22 de abril de 2016

Oração à PACHAMAMA, A Sagrada Mãe Terra!!!



Oração à PACHAMAMA, a Sagrada Mãe Terra


Abençoado seja o Filho da Luz que conhece sua Mãe Terra,
pois é Ela a doadora da Vida
Saibas que a sua Mãe Terra está em ti e tu estás Nela
Foi Ela quem te gerou e te deu este corpo
que um dia tu lhe devolverás
 
Saibas que o sangue que corre nas tuas veias
nasceu do sangue da tua Mãe Terra
O sangue Dela cai das nuvens,
jorra do ventre Dela,
borbulha nos riachos das montanhas,
flui abundantemente nos rios das planícies
 
Saibas que o ar que respiras nasce da respiração da tua Mãe Terra
O alento Dela é o azul celeste das alturas do céu
e os sussurros das folhas da floresta
 
Saibas que a dureza dos teus ossos foi criada dos ossos de tua Mãe Terra
Saibas que a maciez da tua carne nasceu da carne de tua Mãe Terra
A luz dos teus olhos,
o alcance dos teus ouvidos
Nasceram das cores e dos sons da tua Mãe Terra
que te rodeiam como as ondas do mar cercando o peixinho,
como o ar tremelicante sustenta o pássaro
 
Tu és um com tua Mãe Terra
Ela está em ti e tu estás Nela

Dela tu nasceste, Nela tu vives e para Ela voltarás novamente
Segue portanto as suas leis
pois teu alento é o alento Dela
teu sangue o sangue Dela
teus ossos os ossos Dela
tua carne a carne Dela
teus olhos e teus ouvidos são Dela também
Aquele que encontra a paz na sua Mãe Terra não morrerá jamais
Conhece esta paz na tua mente
Deseja esta paz ao teu coração
Realiza esta paz com o teu corpo.


(Autor Desconhecido)



LUZ E HARMONIA

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domingo, 20 de março de 2016

Abençoado Ostara - Feliz Pascoa!

Deusa Eostre


UM ABENÇOADO FESTIVAL DE OSTARA 

FELIZ PASCOA


Para saber tudo sobre este Festival clique AQUI !!!





LUZ E HARMONIA

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quinta-feira, 4 de setembro de 2014

A história da Deusa Aracne



Aracne era uma bela moça, filha de um tintureiro de lã na cidade de Colofon, e por isso bordava e tecia, tendo um grande talento para essa arte. 


À medida que Aracne foi tornando-se adulta, sua arte também se aperfeiçoava, e logo seus trabalhos eram disputados por todas as mulheres da cidade. 


Algumas mulheres vinham de longa distância para ter uma peça bordada da artesã e todas comentavam sobre a beleza de seu trabalho.


Atena, a deusa protetora das obreiras e artesãos, teve conhecimento de que todas as mulheres consideravam os bordados de Aracne melhores do que os seus. 


Como Deusa das Artes, Atena foi desafiada numa competição de destreza. Ambas trabalhavam com rapidez e habilidade.




Quando as tapeçarias ficaram prontas, Atena admirou o trabalho impecável de sua competidora, mas ficou furiosa porque Aracne ousou ilustrar as desilusões amorosas de Zeus, pai de Atena, em sua tapeçaria. 


O tema de sua tapeçaria ocasionou a ruína de Aracne. Atena ficou furiosa e destruiu o trabalho de Aracne, transformando-a em aranha, condenada para sempre a tecer.


Outra versão conta que, Atena rasgou um bordado de Aracne, que por desespero se enforcou. Atena se apiedou da moça e a transformou em aranha dizendo: Continuará a tecer os mais belos bordados.

Uma outra versão diz que, o povo ficou em dúvida e Atena, por raiva, a transformou em aranha.





LUZ E HARMONIA

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domingo, 29 de setembro de 2013

Deusa Afrodite - Vênus Celestial

Afrodite inspirada em pintura de Apelles




Afrodite (do grego Ἀφροδίτη, Aphroditê) é a deusa grega do amor, do prazer e da beleza, identificada pelos romanos como Vênus. A murta, a romã, a maçã, a pomba, o pardal e o cisne são consagrados a ela.
Índice [mostrar]


Urânia e Pandemos 


Uma concepção tardia dividiu Afrodite em duas deusas distintas, Afrodite Urânia, "Celestial", nascida sem mãe, do esperma de Urano; e Afrodite Pandemos, "De Todos os Povos" ou "De Todo o Povo", nascida de Zeus e Dione.

Esse conceito encontra-se pela primeira vez no século V a.C., em Platão. Para os neoplatônicos e seus intérpretes cristãos, Afrodite Urânia, ou Vênus Celestial, representa o amor espiritual, enquanto Afrodite Pandemos era associada ao amor físico. Outras concepções davam a primeira como deusa do amor lícito, matrimonial e a segunda como a do amor desregrado, principalmente com prostitutas.

A representação de Afrodite Urânia com um pé descansando em uma tartaruga foi interpretada como um emblema de discrição nos conflitos conjugais. A imagem é creditada a Fídias em uma escultura criselefantina (de ouro e marfim) feita para a cidade de Élis e notada por Pausânias. No seu culto eram proibidas oferendas e libações de vinho.

Afrodite Pandemos foi representada em Élis, por Scopas, cavalgando um carneiro. Afrodite Pandemos também era cultuada em Megalópolis, na Arcádia e e Tebas. Um festival em sua honra foi mencionado por Ateneu e a ela eram oferecidos sacrifícios de cabras brancas.

Originalmente, Afrodite Pandemos representava simplesmente a união dos povoados, os "demos", em um só corpo político, como os que formaram cidades-estados maiores como Atenas e Megalópolis. Era venerada em Atenas junto com Peito ("Persuasão") e seu culto teria sido instituído por Teseu quando unificou as comunidades da Ática. A transição para a interpretação como "Afrodite Popular", "Afrodite Vulgar" ou "Afrodite Promíscua" pode ter-se relacionado ao fato de seu santuário, que teria sido mandado construir por Sólon, estar situado na popular Ágora, a praça do mercado, ou de as hetairas terem custeado sua construção.

Símbolos 


Afrodite foi, sucessivamente, representada envolta em finos véus, seminua e mais tarde totalmente nua (a partir de Escopas e de Praxíteles, século IV a.C.).

Os artistas apresentaram-na, geralmente, cercada de suas flores preferidas, a rosa e a murta, e acompanhada dos seus animais favoritos, as pombas, que ela atrelava ao seu carro. Também lhe eram consagrados os pomos em geral, incluindo a maçã, a lima e o marmelo, mas mais especificamente a romã. Era especialmente ligada às conchas (principalmente vieiras e amêijoas), que representavam os órgãos sexuais femininos. Cisnes e delfins são também freqüentemente associados a essa deusa.

Afrodite costuma ser acompanhada de um cortejo de servidores e de servas que encarnam os prazeres e o encanto do mundo, das quais a mais importantes são as Cárites e as Horas. As ninfas oréadas também costumam acompanhá-la.

Sendo a ilha de Cítera sua primeira pátria e um dos centros mais tradicionais de seu culto, a expressão "Viagem a Cítera" tornou-se uma metáfora usual para a paixão amorosa e para o ato sexual.

Culto


No templo de Afrodite no alto do Acrocorinto (antes da destruição da cidade pelos romanos em 146 a.C.), ter relações sexuais com suas sacerdotisas ou hieródulas era uma das maneiras de cultuar Afrodite. O mesmo costume existia em templos de Afrodite em Chipre, Cítera e na Sicília, seguindo a tradição dos cultos a Inana, Ishtar, Astarot ou Astarte dos povos da Mesopotâmia, Síria, Fenícia e Palestina.

Essas sacerdotisas entregavam-se nos templos da deusa aos visitantes com o fito, em primeiro lugar, de promover e provocar a vegetação e a fertilidade e, em segundo lugar, para arrecadar dinheiro para os próprios templos. No riquíssimo (graças às hieródulas) santuário de Afrodite no monte Érix, na Sicília, e em Corinto, nos bosques de ciprestes de um famoso Ginásio, chamado Craníon, a deusa era cercada por mais de mil hieródulas, que, à custa dos visitantes, lhe enriqueciam o santuário. Personagens principais das famosas Afrodísias de Corinto, todas as noites elas saíam às ruas em alegres cortejos e procissões rituais. 

Embora alguns poetas cômicos, como Aléxis e Eubulo, ambos do século IV a.C., tivessem escrito a esse respeito versos maliciosos, pedia-se às hieródulas que dirigissem as preces públicas a Afrodite também em momentos da maior gravidade, como nas invasões persas de Dario (490 a.C.) e Xerxes (480 a.C.).

Píndaro, um dos mais religiosos dos poetas gregos, celebrou com um skólion (canção convivial) um grande número de jovens hieródulas que Xenofonte de Corinto ofertou a Afrodite, em agradecimento por uma dupla vitória nos Jogos Olímpicos.

Epítetos 

Os epítetos mais usados entre os gregos eram o de Afrodite Acidália, Cípria (Kypris) e Citeréia (Cytherea). O festival de Afrodite, chamado Afrodisíaca ou Afrodísia, era celebrado em toda a Grécia, mas especialmente em Atenas e Corinto.


Outros epítetos gregos comuns foram:

Aphrodite Akidalia: segundo Servius, derivada da fone Acidalius perto de Orcômeno, na qual Afrodite se banhava com as Cárites; outros ligam o nome com o grego άκιδες, acides, "preocupa-se".

Aphrodite Akraia - epíteto dado a deusa em templos situados sobre colinas.

Aphrodite Alitta ou Alilat - nome pelo qual, segundo Heródoto, os árabes chamavam Afrodite Urânia.

Aphrodite Amathousia ou Amathountia - derivada da cidade de Amathus em Chipre, um de seus centros de culto mais antigos.

Aphrodite Ambologêra - de anaballô e gêras "que afasta a velhice", nome de uma imagem em Esparta.

Aphrodite Anadyomenê - a deusa erguendo-se do mar, em alusão à sua origem e a uma famosa representação de Apeles da deusa enxugando o cabelo com suas mãos.

Aphrodite Antheia - o brotar, ou a amiga das flores, epíteto usado em Cnossos.

Aphrodite Apatouria - "a enganadora", usado em Phanagoria e outros lugares do Quersoneso Táurico, alude a um mito no qual Afrodite foi atacada por gigantes e pediu socorro a Héracles. Ele se escondeu com ela em uma caverna e, quando os gigantes aproximavam-se dela um por um, ela os entregava a Héracles para que os matasse.

Aphrodite Aphakitis - da cidade de Aphace na Coele-Syria, onde tinha um célebre templo e oráculo.

Aphrodite Apotrophia - "a expulsora", usado em Tebras, onde descrevia a deusa como expelindo o desejo dos corações dos homens depois do prazer pecaminoso. Seu culto teria sido instituído por Harmonia junto com o de Afrodite Urânia e Pandemos.

Aphrodite Arakynthias - derivada do monte Aracynthus, onde havia um templo de Afrodite.

Aphrodite Areia - a Afrodite de Ares, representada de armadura, como em Esparta.

Aphrodite Argennis - de Argennus, favorita de Agamêmnon, em homenagem à qual o rei construiu um santuário a Afrodite no rio Cephissus.

Aphroditê Hetaíra - "companheira", "amante", protetora em Atenas das hetairas propriamente ditas.

Aphrodite Kallipygos - "de bela bunda", venerada em Siracusa. A imagem alude a um conto segundo a qual um camponês tinha duas belas filhas que se puseram a discutir na rua sobre qual tinha o traseiro mais bonito. Um rapaz que passava, filho de um homem velho e rico, foi escolhido como juiz. Não só se pronunciou a favor da irmã mais velha, como se apaixonou por ela e acabou por levá-la para a cama e contar pra seu irmão mais novo. Este, curioso, foi para o campo, viu as duas garotas e se apaixonou pela mais nova. Quando o pai tentou fazer os dois jovens se casarem com moças da sua própria classe, não conseguiu convencê-los e acabou por aceitar que se casassem com suas camponesas. Ambas as moças foram chamadas de "calipígias" pelos cidadãos de Siracusa e, ao ficarem ricas e famosas, fundaram o templo de Afrodite e chamaram a deusa pelo mesmo epíteto.

Aphrodite Knidia - da cidade de Cnidus, na Cária, para a qual Praxíteles fez uma estátua célebre.

Aphrodite Kôlias - de uma estátua no promontório de Cólias, na Ática.

Aphrodite Despoina - "a déspota", epíteto usado também em relação a outras deusas, como Deméter e Perséfone.

Aphrodite Diônaia - a "filha de Dione".

Aphrodite Erykinê - derivada do monte Érix, na Sicília, que teria sido construído por Érix, filho de Afrodite e do rei Butes, ou, segundo Virgílio, por Enéias. Psófis, filha de Érix, eria construito um templo a essa Afrodite em Psófis, na Arcádia. Da Sicília, seu culto foi introduzido em Roma no início da II Guerra Púnica e em 181 a.C. foi-lhe construído um templo fora da Porta Collatina. Em Roma, representava o "amor impuro" e era a padroeira das prostitutas.

Aphrodite Gamêlii - como uma das divindades protetoras do casamento, a saber, Zeus, Hera, Afrodite, Peito e Ártemis e às vezes também as Moiras.

Aphrodite Genetyllis - como protetora dos nascimentos e às vezes como Genetile, uma divindade distinta, ou como Genaides ou Genetílides, uma classe de divindades presidindo à concepção e ao nascimento em companhia de Aphrodite Colias. O epíteto também é aplicado a Ártemis.

Aphrodite Hekaergê - "que atinge à distância", epíteto usado em Iulis, ilha de Cós.

Aphrodite Idalia - da cidade de Idálion, em Chipre.

Aphrodite Limenia, Limenitês, Limenitis ou Limenodkopos - "protetora do porto", epíteto também aplicado a Zeus, Ártemis e Pã.

Aphrodite Mêchaneus ou Mechanitis - hábil em invenções, aplicado em Megalópolis.

Aphrodite Melainis - "a negra", epíteto usado em Corinto.

Aphrodite Melinaia - derivado da cidade argiva de Meline.

Aphrodite Migônitis - derivado de Migonium, lugar dentro ou perto da ilha de Cranne, na Lacônia, onde havia um templo da deusa.

Aphrodite Morphô - "formosa", epíteto usado em Esparta à deusa representada sentada, com a cabeça coberta e os pés acorrentados.

Aphrodite Nikêphoros - "que traz a vitória", aplicado também a outras divindades.

Aphrodite Paphia - do célebre templo em Pafos, Chipre. Também havia uma estátua de Afrodite Páfia no santuário de Ino, entre Oetylus e Thalamae na Lacônia.

Aphrodite Peithô - "a persuasão", considerada uma divindade distinta em Sícion, em cuja ágora tinha um templo, mas epíteto de Afrodite em Atenas, onde seu culto teria sido introduzido por Teseu quando unificou a Ática. Em Atenas as estátuas de Peitho e Afrodite Pandemos estavam bem juntas e em Mégara a estátua de Peitho ficava no templo de Afrodite.

Syria Dea - "deusa síria", designação de Astarte.

Aphrodite Zephyritis - do promontório de Zefírio, no Egito.

Aphrodite Zêrynthia - da cidade de Zerinto na Trácia, onde seu santuário teria sido construído por Fedra.


Com o nome de Vênus, Afrodite foi particularmente querida dos romanos, que a consideravam ancestral de Enéias, de Rômulo e Remo e dos Césares e a celebravam em vários festivais. Seu culto teria começado em Ardea e Lavinium, no Lácio. Entre os epítetos de Vênus em Roma, contam-se:

O nascimento de Vênus de Sandro Botticelli - (1482-1486)

Venus Cloacina: fusão de Vênus com a deusa etrusca da água Cloacina, que provavelmente resultou da proeminente estátua de Vênus próxima da Cloaca Maxima (sistema de esgotos de Roma) erguida no lugar onde teria sido feita a paz entre os romanos e os sabinos.

Venus Felix ("Vênus Feliz") foi o epíteto usado em um templo na colina do Esquilino Hill em outro construído por Adriano e dedicado a Venus Felix et Roma Aeterna on the north side of the Via Sacra. This epithet is also used for a specific sculpture at the Vatican Museums.

Venus Genetrix ("Vênus Genitora") era Vênus no papel de ancestral do povo romano, uma deusa da maternidade e domesticidade. Um festival era celebrado em sua honra em 26 de setembro. Como Vênus era considerada mãe da gens Júlia em particular, Júlio César lhe dedicou um templo em Roma.

Venus Libertina era um epiteto que pode ter surgido de um erro, quando os romanos tomaram lubentina ("agradável", "apaixonante") por libertina (das escravas libertas). Um epíteto possivelmente relacionado é o de Venus Libitina, Libentina, Libentia, Lubentina, Lubentini ou Lubentia, que provavelmente surgiu da confusão com Libitina, uma deusa funérea, com a Vênus Lubentina. Um templo foi dedicado a Venus Libitina na colina do Esquilino.

Venus Murcia ("Vênus da Murta") foi um epíteto que uniu Vênus a Murcia ou Murtia, uma divindade pouco conhecida, associada com a murta. Algumas fontes a consideram uma deusa da preguiça.

Venus Obsequens ("Vênus Indulgente") era um epíteto ao qual foi dedicado um templo em 293 a.C., durante a Terceira Guerra Samnita, por Quintus Fabius Maximus Gurges. Foi construído com o dinheiro de mulheres multadas por adultério e era o mais antigo templo de Vênus em Roma. Provavelmente situava-se ao pé do monte Aventino, perto do Circus Maximus. No dia de sua dedicação, 19 de agosto, era celebrado o festival da Vinalia Rustica.

Venus Verticordia ("Venus que vira corações"), era tida como protetora contra o vício e o festival da Veneralia era celebrado em sua honra em 1º de abril. Um templo em sua honra foi dedicado em 1º de abril de 114 a.C,, seguindo instruções dos Livros Sibilinos, como expiação pela violação do voto de castidade por três virgens vestais.

Venus Victrix ("Venus Vitoriosa") era um aspecto armado de Afrodite herdado pelos gregos do Oriente, onde a deusa Ishtar nunca deixou de ser também uma deusa da guerra. Foi a essa Vênus que Pompeu dedicou um templo no topo do seu teatro no Campus Martius em 55 a.C. Havia também um santuário de 

Venus Victrix no monte Capitolino, com festivais em 12 de agosto e 9 de outubro. Na arte neoclássica, esse epíteto foi usado no sentido de "Vênus vitoriosa sobre os corações dos homens" ou no contexto do Julgamento de Páris.


Outros epítetos romanos incluem Venus Amica ("Venus Amiga"), Venus Armata ("Vênus Armada"), Venus Caelestis ("Vênus Celeste"), e Venus Aurea ("Vênus Dourada").


Mitos de Afrodite 

Vênus e Marte, de Sandro Botticelli (1485)



Hefesto nasceu feio e, por isso, foi atirado do alto do Monte Olimpo aos mares por Hera, sua mãe. Foi recolhido por Tétis e Eurímone, com as quais viveu por nove anos. Já crescido, ele se vingou dela, enviando-lhe de presente um trono de adamanto. Quando Hera se sentou, correntes a prenderam habilmente e nem Zeus foi capaz de quebrá-las. Hefesto só consentiu em libertar a mãe em troca da volta ao Olimpo e da mão de Afrodite.

Ares, nas ausências de Hefesto, que tinha suas forjas no monte Etna, na Sicília, partilhava constantemente o leito de Afrodite. Fazia-o com tranqüilidade, pois deixava à porta dos aposentos da deusa uma sentinela, um jovem chamado Aléctrion ("Galo"), que deveria avisá-lo da aproximação do nascer do sol. Um dia, porém, o vigia dormiu e Hélios, o Sol, que tudo vê e que não perde a hora, surpreendeu os amantes e avisou Hefesto. 

Este, deus que sabe atar e desatar, preparou uma rede mágica, com correntes invisíveis de adamanto e prendeu o casal ao leito. Convocou os deuses para testemunharem o adultério e estes se divertiram tanto com a picante situação que a abóbada celeste reboava com as suas gargalhadas. Após insistentes pedidos de Posêidon, o deus coxo consentiu em retirar a rede. Envergonhada, Afrodite fugiu para Chipre e Ares para a Trácia. 

Desses amores, nasceram Fobos ("Medo"), Deimos ("Terror") e Harmonia, que mais tarde foi esposa de Cadmo, rei de Tebas. Aléctrion foi punido sendo transformado em galo e obrigado a cantar toda madrugada, antes do nascimento do Sol.

Vulcano surpreende Vênus e Marte, de Jacopo Comin "Tintoretto" (1551)

Por ter Eos se enamorado de Ares, Afrodite, enciumada, fez a rival apaixonar-se violentamente pelo gigante Órion, a ponto de arrebatá-lo e escondê-lo, com grande desgosto dos deuses, uma vez que o gigante, como Héracles, limpava os campos e as cidades de feras e monstros.

Tão logo Afrodite nasceu, Zeus por ela se apaixonou e a possuiu numa longa noite de amor. Hera, enciumada com a gravidez da deusa oriental, e temendo que, se da mesma nascesse um filho com a beleza da mãe e o poder do pai, ele certamente poria em perigo a estabilidade dos imortais, deu um soco no ventre de Afrodite. O resultado foi que Priapo nasceu com um membro viril descomunal. Com medo de que seu filho e ela própria fossem ridicularizados pelos deuses, abandonou-o numa alta montanha, onde foi encontrado e criado pelos pastores (outra versão faz de Priapo filho de Afrodite com Dioniso).

Da união de Afrodite com Hermes, nasceu Hermafrodito, um jovem belíssimo. Salmácis, uma ninfa Crinéia, apaixono-se por ele, agarrou-o quando foi banhar-se em sua fonte e pediu aos deuses que jamais a separassem dele. Desde então, Hermafrodito passou a ter uma dupla natureza.

Afrodite castigou Hipólito por ter-se dedicado à deusa da castidade Ártemis e desprezado seu culto. 

Inspirou a Fedra, madrasta de Hipólito, uma paixão incontrolável pelo enteado. Repelida por este, Fedra se matou, mas deixou uma mensagem mentirosa a Teseu, seu marido e pai de Hipólito, acusando a este último de tentar violentá-la, o que lhe explicava o suicídio. Desconhecendo a inocência do filho, Teseu expulsou-o de casa e invocou contra o filho a cólera de Posêidon. Este enviou contra Hipólito um monstro marinho que espantou os cavalos de sua biga, fazendo-o cair e ser arrastado e despedaçado.

O Julgamento de Páris, de Pieter Pauwel Rubens (1639)

Durante o banquete de núpcias de Tétis e de Peleu, para o qual os deuses tinham sido convidados, Éris, a Discórdia, lançou para o meio dos convivas um pomo de ouro, na qual figurava a inscrição καλλίστῃ (kallístê, "à mais bela"). Hera e Atena opuseram-se, imediatamente a Afrodite, cada uma delas reivindicando o pomo e o título. Zeus convenceu-as a remeter esta questão à apreciação de um mortal, e foi eleito como juiz o Troiano Páris, filho do rei Príamo. Hermes conduziu as três deusas junto dele, numa altura em que este vigiava os seus rebanhos no monte Ida, na Frigia. Hera fez valer a sua beleza senhorial e ofereceu a Páris o Império da Ásia; Atena, dotada de uma beleza severa, garantiu ao príncipe troiano a invencibilidade e sabedoria; Afrodite, soltando as fivelas que prendiam a sua túnica, desnudou-se e prometeu a Páris o amor da mais bela mulher do mundo. Afrodite recebeu o pomo e o troiano, em recompensa, conseguiria seduzir a bela Helena, esposa do rei de Esparta, Menelau, dando início à Guerra de Tróia.


A beleza do troiano Anquises, "digna dos deuses", fascinou Afrodite, a ponto de ela se disfarçar na filha do rei da Frígia para amá-lo e lhe dar um filho, Enéias, que a deusa protegeu com todas as suas forças. Diomedes quase o matou em batalha, mas Afrodite o salvou. Diomedes, furioso, feriu Afrodite, que deixou cair o filho e voou para o Olimpo, queixar-se do arranhão à sua mãe Dione, enquanto Apolo envolvia Enéas em uma nuvem e o levava a Tróia, onde foi curado por Ártemis. Enéias, após a queda de Tróia, ficou responsável pela perpetuação da sua raça e da sua pátria, transferindo-as para Itália, no Lácio, onde, mais tarde, os seus descendentes fundariam e governariam Roma.

O Nascimento de Adônis, de Marcantonio Franceschini (1648-1729)


Téias, rei da Síria, tinha uma filha, Mirra ou Esmirna que, desejando competir em beleza com a deusa do amor, foi castigada por esta com uma paixão incestuosa pelo próprio pai. Com auxílio de sua aia Hipólita, Mirra enganou Téias unindo-se com ele por doze noites consecutivas. Na última noite, o rei percebeu o engodo e perseguiu a filha com a intenção de matá-la. Mirra colocou-se sob a proteção dos deuses, que a transformaram na árvore que tem seu nome.

Em outra versão do mesmo mito, Mirra era filha de Cíniras, rei fenício de Chipre, e da rainha Cencréia. Esta ofendeu Afrodite, dizendo que a filha era mais bela que a deusa, que então despertou na rival a paixão pelo pai. Apavorada com seus próprios desejos, Mirra quis enforcar-se, mas Hipólita interveio e facilitou a satisfação do amor incestuoso. Consumado o incesto, Mirra fugiu para a floresta e foi a própria Afrodite que, compadecida com seu sofrimento, a transformou em árvore de mirra.

Meses depois, a casca da mirra começou a inchar e no décimo mês se abriu (ou, segundo outras versões, foi aberta pelo pai ou pelos dentes de um javali), nascendo Adônis. Tocada pela beleza da criança, Afrodite recolheu-a e a confiou, em segredo, a Perséfone. Esta, também encantada com o menino, negou-se a devolvê-lo à esposa de Hefesto. A querela foi arbitrada por Zeus, que estipulou que Adônis passaria um terço do ano com Perséfone, outro com Afrodite e os restantes com quem quisesse.

Mais tarde, Ares, com ciúme - ou Ártemis, ou Apolo, segundo outras versões - lançou contra Adônis um javali que o matou. Afrodite então transformou seu amor em anêmona, flor da primavera, que continuou a passar os quatro meses primaveris com Afrodite, para então fenecer e morrer. No afã de tentar salvar o amante, Afrodite pisou num espinho de rosa e seu sangue deu à flor um novo colorido.

Anênonas Vermelhas ( Anenone Coronaria)


Curiosidade : Voces sabem que passei anos querendo saber o nome desta flor? Amo as Tulipas e achava que era uma especie diferente de Tulipa e de repente me vem o nome deste jeitinho de um "mito" rsrsrs assim sao as coisas amo esta Deusa...então...tá explicado :)

 Faces da Deusa


Venus




O Nascimento de Vênus de Adolphe-William Bouguereau ( 1879)





Afrodite Urania, de Christian Griepenkeri (1839-1916) 
representa o globo terrestre como ideal dos artistas






Afrodite agachada copia romana de escultura helenistica






Aphrodite Kallipygos, copia romana de escultura helenistica de 100 a.c. - 1500 a.c.
 ( Afrodite admira seu proprio traseiro refletido na água)





Afrodite de Cnido. Copia romana de estátua de Praxiteles 
do sec IV a.c.




Vênus Anadiômene, de Ticiano Vecellio (1488-90)






Vênus Verticórdia, de Dante Gabriel Rosseti (1864-68)



Conectando-se com Afrodite 

Deite-se num lugar confortável e Inspire e Expire profundamente até se sentir completamente relaxada..

Usando a sua imaginação sinta-se em um jardim cheio de rosas e orquídeas, douradas pelo pôr-do-sol, cujo perfume é carregado por uma suave brisa primaveril. 

Tal brisa acariciará seu rosto, massageará seus cabelos, e seu corpo. Delicie-se ingenuamente e chame Afrodite. Um movimento sutil no ar anunciará sua presença. Ela lhe estenderá a mão e a convidará para um passeio. Vislumbrará então uma grande floresta, um de seus locais de poder. Neste templo de árvores e pássaros, respire profundamente o cheiro da terra e o perfume das flores selvagens. Escute a música delicada dos pássaros. Afrodite lhe ofertará um presente: uma orquídea. Sinta e incorpore o seu aroma. 

Neste momento uma pomba pousará em seu braço. No olhar deste mágico ser você poderá compreender a beleza misteriosa da deusa Afrodite. Vários pássaros a sua volta cantarão uma linda uma linda melodia. Você deve dançar. Afrodite dançará com você e da floresta surgirão as graças e outras musas que dançarão também com vocês.

Visualize o infinito, pois a partir deste momento você terá em sua vida infinitas possibilidades de ser feliz, sendo você mesma, se assumindo, se aceitando e se amando.

Sinta o encanto, o prazer e a magia de ser você Por onde você pisa, brotam flores de todas as cores. Onde você passar neste mundo, despertará o amor e a beleza e sentirá feliz por ser você e estar viva.

Quando achar que está pronta, abrace a Deusa Afrodite e agradeça os momentos maravilhosos que passaram juntas. Ela lhe conduzirá até a saída da floresta e depois você virá sozinha. Respire profundamente novamente e abra os olhos. Feliz retorno!



Fontes :Wikipedia
La Diosa - Sharukh Husain, 1997
Junito de Souza Brandão, Dicionário Mítico-Etimológico da Mitologia Grega, Vozes, Petrópolis 2000
Dicionário de mitologia grega e romana [1]
Wikipedia (em inglês): Aphrodite [2]
Wikipedia (em inglês): Venus (mythology) [3]
Wikipedia (em inglês): Venus Kallipygos [4]
Wikipedia (em inglês): Crouching Venus [5]





LUZ E HARMONIA


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quinta-feira, 6 de junho de 2013

Deusa Astarte - Panteão Fenício




Astarte  (grego Αστάρτη) (hebraico עשתרת) era a principal divindade para a civilização Fenícia que floresceu em período paralelo ao dos gregos antigos e posterior ao dos Sumérios. Ela era uma deusa da fertilidade e seu culto tinha uma carga profundamente erótica. Ao invés do sacrifício humano, típico do culto a Baal, outro Deus dos fenícios, o culto a Astarte era marcado principalmente pelas ritualística sexual.



Seus nomes: Nome: Asterate / Asterath / Astorate / Asterote / Astarte / Asera / Baalat.
Familia: Filha de Baal, Irmã gémea de Camoesh (Camos), esposa de Tamuz
Localização Temporal: Desde o dilúvio até a 18º dinastia egipcia.
Tempo de Vida: Aprox. 3600 anos.



Era deusa da lua e sua personificação era a estrela da manhã, o planeta Vênus. Ela é a evolução de uma divindade Suméria, Ishtar, e acredita-se que seja a precursora de Isis dos egípcios e de Afrodite. Seu culto porém era muito difundido porque ela era a deusa que prometia a vitória, a fertilidade, a fartura, o prazer, enfim, tudo de bom que a vida tem a oferecer.

Tem uma associação muito forte com o eixo Touro-Escorpião devido ao seu caráter profundamente erótico. Era frequentemente representada com serpentes, ou com uma meia-lua sobre sua cabeça. Seu festival era celebrado durante o coração da primavera, época marcada pela passagem do sol pelo signo de Touro, porque era o momento associado as floradas, quando os campos vicejavam na região do mediterrâneo, época marcada principalmente pela fertilidade que inundava o mundo e que era associada a essa deusa.


Na bíblia é conhecida porque em dado momento o Rei Salomão foi tentado pelo seu culto na época em que se relacionava com Jezabel, a rainha de Sabá (que ficava na Etiópia, região culturalmente dominada pelos fenícios na época). Jezabel idolatrava tanto a esta deusa quanto a Baal, pai de Astarte, e ficou conhecida na bíblia pela imagem negativa de "feiticeira" por ser uma mulher sexualmente independente, que se entregava a amantes e idolatrava uma deusa cujo culto era fortemente marcado pela sexualidade.


Oraçao à Deusa Astarte

Que eu tenha hoje e a cada dia,
A força dos Céus,
A luz do Sol
O resplendor do Fogo,
O brilho da Lua,
A presteza do Vento,
A profundidade do Mar,
A estabilidade da Terra,
A firmeza da Rocha.

Que assim seja!
E assim se faça!

(Deve ser pronunciada ao dormir e ao acordar)




Ritualismo

Os seus rituais eram múltiplos, passando por ofertas corporais de teor sexual, libações, e também a adoração das suas imagens ou ídolos. O seu principal culto ocorria no equinócio da primavera e era altura de grandes celebrações à fertilidade e sexualidade. O sexualismo e erotismo ligados ao seu culto faziam dela uma deusa muito adorada entre os povos da altura, exatamente pelo seu teor. Talvez seja este o motivo que levou o rei Salomão a adorar esta deusa (1 Reis 11:5), contrariando o seu Deus.



LUZ E HARMON

Caillean )0(

sábado, 9 de março de 2013

Honrando nossas Ancestrais

Nossas Ancestrais




SALVE, MULHER SAGRADA!!!

Sou herdeira das Deusas, Rainhas e Sacerdotisas do 
passado e as represento hoje aqui trazendo a magia e a força da Grande Mãe à Terra. 


Nos momentos difíceis da minha 
vida, nos momentos em que me faltar sabedoria, acredito que tenho a ajuda das minhas antepassadas. 


No momento em que eu olhar o céu noturno, que eu saiba que tenho a mesma força das mulheres que reinaram antes de mim e o fizeram guiadas pela Sabedoria da Grande Deusa.


Que eu, como sacerdotisa da Grande Mãe, jamais esqueça o meu caminho, e quando isto me ocorrer, que sempre e sempre eu me religue ao poder da Terra Mãe e à força do Senhor da Natureza.


Que eu não tenha medo de olhar o mundo como minhas antepassadas que reinavam sem medo em suas comunidades, países e reinos.


Que eu seja sempre a sacerdotisa que acende a fogueira e conhece todos os caminhos do Grande Rito. 


Que eu seja a bruxa e a feiticeira, a senhora que conhece os segredos da terra e da magia, que eu seja a Senhora da Vida, senhora do meu próprio destino e rainha de mim mesma exercendo minha própria soberania.


Que eu jamais me permita subjugar ou controlar um ser para igualmente jamais ser subjugada e controlada.


Que eu sempre me lembre que todos os alimentos com que me nutro, as frutas, as ervas, as sementes e os vegetais, o leite e o pão, os animais que lavram a terra e os seres que voam provem do Útero da Mãe e como tal sejam sempre louvados e abençoados para que a colheita da minha vida, da minha alma seja sempre farta.


Que não haja em mim medo da morte e da mortalha e que eu saiba que sempre e sempre ressurgirei para uma nova vida, até que eu tenha toda a sabedoria e possa me deixar levar, minha alma pelas mares do fluxo da Grande Mãe.

Que eu jamais tema a mim mesma, e minha face escura de senhora das mortalhas, ceifadora, rainha do caos, amante e feiticeira pois todos as Faces são Uma e nisto está a sabedoria.


Que eu jamais tema a velhice e o tempo em que o sangue sagrado cessa de ser deitado à Terra, pois após a Jovem e a Mãe, sou a Grande Sábia, a Velha Anciã, a sacerdotisa de tempos passados e nisso se conserva toda a minha juventude e sabedoria. 


Por isso sou maga, sacerdotisa e feiticeira.

Que Assim seja!!

Recebido no Facebook de Mauro Bueno e Denise de Santi meus amigos queridos!

LUZ E HARMONIA

Que assim seja, assim se faça, agora e sempre!

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Declaraçao da Deusa



Queridas energia vamos começar o ano de 2013 com uma Declaraçao da Deusa o seu carinho e preocupaçao com todos nós:


Ouvi as palavras da Grande Mãe...


"Sempre que precisardes de alguma coisa, uma vez por mes, de preferencia na Lua Cheia, reuni-vos-eis num lugar sagrado e adorareis o Meu Espírito, o espírito da Rainha de todas as Bruxas. Lá vos reunireis, vós que estais ansioso por aprender tudo o que se refere a feitiçaria, mas que ainda nao desvendastes os seus segredos mais profundos; a esses acrescentarei coisas que ainda são ignoradas.

E sereis livres da escravidao, e como sinal de que sois realmente livres, apresantar-vor-eis nús (vestidos de Céu, assim alguns o chamam) em vossos ritos; e dançareis, cantareis, celebrareis, fareis musica e amor, tudo em Meu Louvor. Porque Meu é o êxtase do espirito e Minha é a alegria na face da Terra.



Porque a Minha Lei é o Amor por todos os seres. Conservai puro vosso ideal mais elevado; esforçai-vos sempre por alcançá-lo; que nada vos detenha nem desvie. 

Porque Minha é a porta secreta que se abre para a terra da juventudo, e Minha é a Taça do vinho da vida e o Caldeirao de Cerridwen que é o calice sagrado da imortalidade.

Eu sou a Deusa generosa que da o presenta da alegria a todos os coraçoes.

Sobre a Terra, dou o conhecimentos do espíriro eterno; e alem da morte, dou paz, liberdade e encontro com os que ja partiram.Nem exijo qualquer sacrificio, pois vede, Eu sou a Mae de todas as coisas e Meu amor transborda sobre a Terra."

Volta e meia venho fazer uma declaraçao para que todos saibam que estarei sempre com aqueles que ouvirem meu chamado.

Que a Luz que existe em Mim reflita no coraçao de todos voces!!!

Bençaos Divinas  )0(



LUZ E HARMONIA

Caillean )0(

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