quinta-feira, 6 de junho de 2013

Deusa Astarte - Panteão Fenício




Astarte  (grego Αστάρτη) (hebraico עשתרת) era a principal divindade para a civilização Fenícia que floresceu em período paralelo ao dos gregos antigos e posterior ao dos Sumérios. Ela era uma deusa da fertilidade e seu culto tinha uma carga profundamente erótica. Ao invés do sacrifício humano, típico do culto a Baal, outro Deus dos fenícios, o culto a Astarte era marcado principalmente pelas ritualística sexual.



Seus nomes: Nome: Asterate / Asterath / Astorate / Asterote / Astarte / Asera / Baalat.
Familia: Filha de Baal, Irmã gémea de Camoesh (Camos), esposa de Tamuz
Localização Temporal: Desde o dilúvio até a 18º dinastia egipcia.
Tempo de Vida: Aprox. 3600 anos.



Era deusa da lua e sua personificação era a estrela da manhã, o planeta Vênus. Ela é a evolução de uma divindade Suméria, Ishtar, e acredita-se que seja a precursora de Isis dos egípcios e de Afrodite. Seu culto porém era muito difundido porque ela era a deusa que prometia a vitória, a fertilidade, a fartura, o prazer, enfim, tudo de bom que a vida tem a oferecer.

Tem uma associação muito forte com o eixo Touro-Escorpião devido ao seu caráter profundamente erótico. Era frequentemente representada com serpentes, ou com uma meia-lua sobre sua cabeça. Seu festival era celebrado durante o coração da primavera, época marcada pela passagem do sol pelo signo de Touro, porque era o momento associado as floradas, quando os campos vicejavam na região do mediterrâneo, época marcada principalmente pela fertilidade que inundava o mundo e que era associada a essa deusa.


Na bíblia é conhecida porque em dado momento o Rei Salomão foi tentado pelo seu culto na época em que se relacionava com Jezabel, a rainha de Sabá (que ficava na Etiópia, região culturalmente dominada pelos fenícios na época). Jezabel idolatrava tanto a esta deusa quanto a Baal, pai de Astarte, e ficou conhecida na bíblia pela imagem negativa de "feiticeira" por ser uma mulher sexualmente independente, que se entregava a amantes e idolatrava uma deusa cujo culto era fortemente marcado pela sexualidade.


Oraçao à Deusa Astarte

Que eu tenha hoje e a cada dia,
A força dos Céus,
A luz do Sol
O resplendor do Fogo,
O brilho da Lua,
A presteza do Vento,
A profundidade do Mar,
A estabilidade da Terra,
A firmeza da Rocha.

Que assim seja!
E assim se faça!

(Deve ser pronunciada ao dormir e ao acordar)




Ritualismo

Os seus rituais eram múltiplos, passando por ofertas corporais de teor sexual, libações, e também a adoração das suas imagens ou ídolos. O seu principal culto ocorria no equinócio da primavera e era altura de grandes celebrações à fertilidade e sexualidade. O sexualismo e erotismo ligados ao seu culto faziam dela uma deusa muito adorada entre os povos da altura, exatamente pelo seu teor. Talvez seja este o motivo que levou o rei Salomão a adorar esta deusa (1 Reis 11:5), contrariando o seu Deus.



LUZ E HARMON

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segunda-feira, 3 de junho de 2013

Revolução da Alma

Texto escrito por Aristósteles em 3600 a.c

Após 3.600 anos A.C. ainda serve de modelo para nossa vida atual, incrível!





"Ninguém é dono de sua felicidade, por isso, não entregue sua alegria, sua paz e sua vida nas mãos de ninguém, absolutamente, ninguém!


Somos livres, não pertencemos a ninguém e não podemos querer ser donos dos desejos, das vontades ou dos sonhos de quem quer quer seja.


A razão de sua vida é você mesmo. A sua paz interior é a sua meta de vida!


Quando sentir um vazio na alma, quando acreditar que ainda está faltando algo, mesmo tendo tudo, remeta seu pensamento para os desejos mais íntimos e busque a divindade que existe em você.


Pare de colocar sua felicidade cada dia mais distante de você. Não coloque objetivos longe demais de suas mãos, abrace os que estão ao seu alcance hoje.


Se ainda desesperado por problemas financeiros, amorosos ou de relacionamentos familiares, busque em seu interior a resposta para acalmar-se. Você é o reflexo do que pensa diariamente.


Sorrir significa aprovar, aceitar, felicitar. Então abra um sorriso para aprovar o mundo que quer oferecer a você o melhor. Com um sorriso no rosto as pessoas terão as melhores impressões de você, e você estará afirmando para você mesmo, que está "pronto" para ser feliz.


Trabalhe, trabalhe muito a seu favor. Pare de esperar a felicidade sem esforço. Pare de exigir das pessoas aquilo que nem você conquistou ainda...


Critique menos, trabalhe mais e, não esqueça nunca de agradecer. Agradeça tudo que está em sua vida neste momento, inclusive a dor.


Nossa compreensão do Universo ainda é muito pequena para julgar o que quer que seja na nossa vida.


A grandeza não consiste em receber honras, mas em merece-las.


Se você anda repetindo muito " eu preciso tanto de você" ou "você é a razão da minha vida" - cuide-se.


É lícito afirmar que são prósperos os povos cuja legislação se deve aos filósofos.


A inteligência é a insolvência educada.


Nosso caráter é o resultado de nossa conduta.


Egoísmo não é amor, mas sim uma desvairada paixão por nós mesmos.


O Homem sábio não busca o prazer, mas a libertação das preocupações e sofrimentos.


Ser feliz é ser auto-suficiente!


Seja senhor da Sua Vontade e escravo da Sua Consciência."

Nota: peço desculpas ao Blog Revolução da Alma por nao dar o crédito ao autor que vim a saber que é de Paulo Roberto Gaegke, como se passou muito tempo nao lembro de ter tirado do seu blog mas está aqui o seu crédito e mil perdoes nao se repetira.


LUZ E HARMONIA


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sábado, 18 de maio de 2013


O Deus Cernunnos

(Mitologia Celta)





Cernunnos é, possivelmente, a mais antiga divindade do panteão celta. Há sinais, inclusive, de que ele seja anterior às invasões celtas. Independentemente de sua origem, o Deus Cornudo (ou Galhudo, ou Cornífero), desempenha uma função importante não só por se tratar do Senhor dos Animais - domésticos e selvagens -, mas também da fertilidade e da abundância - regulando as colheitas dos grãos e das frutas - e Mestre das Caças. Ele conectava a Terra, o Céu e o Mar no centro sagrado do mundo, como a representação da Natureza. Posteriormente, foi considerado também o deus do dinheiro e, em alguns momentos, é associado ao Sol.

Segundo as lendas, Cernunnos (o princípio masculino) é filho da Grande Deusa (o princípio feminino). Ele atinge sua maturidade no solstício de verão e se apaixona pela Deusa. Ao fazerem amor, deposita toda sua força e a engravida. Quando a Deusa dá a luz no solstício de inverno, o deus morre, pois foi ele mesmo que renasceu. É a representação da passagem das estações. Um símbolo do poder natural da vida e da morte.

Essa relação incestuosa foi substituída por outra lenda, registrada por um poeta. Nela, Cernunnos nasceu da Grande Deusa sem seus chifres. Atingiu sua maturidade no verão e se apaixonou por Epona. Com ela se casou e ambos reinavam no subterrâneo - onde encaminhavam as almas. Porém, Epona precisava vir à Terra cumprir suas funções de deusa da fertilidade, lembrando a história de Hades e Perséfone. Num desses momentos, Epona o traiu e uma galhada começou a nascer na cabeça do deus. Daí viria a ligação entre traíções e chifres.


Sua primeira representação conhecida está presente em uma gravação sobre rocha datada do século IV encontrada no norte da Itália. Aparece como um ser de aspecto antropomorfo, dotado de dois chifres de cervo na cabeça e dois torques em cada braço. O torque - espécie de argola aberta torcida com as extremidades em forma de esferas - é um atributo de poder e realeza utilizado no pescoço ou nos braços pelos grandes chefes e guerreiros mais destacados para que fossem identificados como mestres na sociedade celta.





Ao lado desta imagem estava desenhada uma serpente com cabeça de carneiro - símbolo de renascimento e sabedoria. Acreditava-se, então, que Cernunnos poderia tomar a forma deste animal. Frequentemente é representado acompanhado por animais, principalmente cervos e touros, que se alimentam de um grande saco que tem em seu poder, ou por serpentes que se alimentam da fruta oferecida entre suas pernas. Em algumas ocasiões - como no caldeirão Gundestrup (foto) encontrado na Dinamarca -, aparece sentado de pernas cruzadas.





Os deuses com chifres são sempre identificados como entidades de sabedoria e de poder. Na Antiguidade, tais protuberâncias cefálicas podiam ser levadas apenas pelos mais viris, dotados de valor, honra, masculinidade etc. É possível que a idéia de "coroa real" venha daí. Um conto popular gaélico fala sobre viajantes que ganharam chifres ao comerem maças da floresta de Cernunnos. Após mordê-las, chifres cresceram em suas testas e eles passaram a compreender muitas coisas que aconteciam ao redor do mundo. Uma lenda escocesa afirma que chifres apareciam na cabeça dos melhores guerreiros. Os vikings são popularmente conhecidos por seus elmos com chifres, mas eles nunca levavam adornos semelhantes aos combates, pois isso seria um grande incômodo. Na verdade, utilizavam capacetes lisos e práticos, quase sem ornamentos. Os famosos capacetes com chifres eram utilizados apenas em cerimônias religiosas.

            Cernunnos foi muito adorado entre os povos celtas da França (Gália) e da Grã-Bretanha - onde foi associado a Belatucadnos, um deus da guerra. Os gregos associavam-no a Pã, mas os romanos o relacionaram a Mercúrio. Na Irlanda medieval, os chifres de Cernunnos foram transferidos ao Diabo, dando forças ao cristianismo contra o paganismo, infelizmente.





    Fonte: Mitos Graphos
                 Wikipedia


                LUZ E HARMONIA
      

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segunda-feira, 29 de abril de 2013


A Fogueira de Beltane


Festival com data fixa : 1.Maio


Depois que ler o texto abaixo vale dar uma olhadinha nos outros Beltane


Olhem a fogueira com atençao, conseguem ver?

As fogueiras estão acesas, a filha da Deusa está pronta. O  Gamo Rei  esta chegando o casamento sagrado vai começar.


Já conheço este vento. Sei o que ele traz. Fecho os olhos, ainda ansiosa. Respiro profundamente, tentando espantar o medo… Todo ano é sempre a primeira vez.


Uma pequena serpente se aproxima, trazendo sua bênção. A Lua descansa por trás de uma nuvem. Toda a floresta está em respeitoso silêncio. Ouço apenas o murmúrio do fogo à minha frente e acompanho a dança suave das labaredas. E ao redor, mais afastadas, vejo brilharem as outras fogueiras. Não estou só.


Logo escuto o som de sua chegada, os cascos de seu cavalo pelo chão da floresta. Um arrepio me percorre o corpo sob o vestido, como um prenúncio do que virá… Estou pronta para o ritual.
Imponente, enfim ele surge entre os carvalhos, o porte altivo de cavaleiro. Aproxima-se em passo lento. Não vejo seu rosto mas sei que está compenetrado pois é um iniciado e sabe a importância do que fará.


A Lua então comparece, deitando seu manto prateado sobre a relva, e sua presença me fortalece. Ele desce do cavalo e caminha em minha direção, passo pesado de homem, espada cruzada sobre as costas.


Nesse momento o vento lhe dá as boas vindas e o fogo crepita seu nome. Ele para diante de mim. É mais jovem do que eu esperava. E é tão belo… Ele põe-se de joelho, reverente. Toco sua fronte e através de mim a Grande Mãe abençoa o cavaleiro, permitindo que ele participe dos mistérios dessa noite. Eu vim, Filha da Deusa…, ele pronuncia as palavras do ritual. Mas percebo que está nervoso, talvez seja sua primeira vez. Então ergo meu cavaleiro e falo docemente para seus olhos: Desde o início dos tempos eu te esperei…


As labaredas crescem quando nos damos as mãos e saudamos a Deusa, agradecendo a dádiva de sermos instrumentos de sua sábia vontade. Ofereço-lhe morangos e cerejas e entoamos baixinho a cantiga que fala da Terra fecunda. Em nossos corpos se celebrará mais uma estação, o mistério da vida que se renova.
Chamo-o para perto do fogo. Ponho-me de pé à sua frente. Ele faz cair meu vestido, que desliza suave sobre meu corpo até o chão. 

Nua e entregue, sinto a presença divina e fecho os olhos para recebê-la. E mais uma vez o Mistério se renova: sou a própria Deusa sem deixar de ser sua serva. E sei que é assim que agora ele me vê, a mistura inexplicável, mãe e filha num só corpo.


As mãos do cavaleiro me tocam os cabelos como se pedissem licença. Depois emolduram meu rosto e assim ficam, como se me quisessem guardar no quadro da memória. Sinto sua boca em meus seios, eu árvore generosa, carregada de frutos maduros para sua fome. Sou posta no chão por seus braços fortes, eu cálice e oferenda, deitada no altar da relva macia. Vem, meu cavaleiro…


Muitos são os mistérios que habitam a alma feminina, tantos quanto as estrelas do firmamento. E poucos os homens que ousam percorrê-los. Porque instintivamente sabem que se perderão, não compreenderão. Mas meu cavaleiro já consagrou sua vida à Deusa e é ela quem lhe permite conhecê-la mais de perto, sentir seu aroma, tocar-lhe a fenda que protege a gruta da vida e da morte, afastar as cortinas do santuário e unir-se a ela em carne e espírito…


Percebo que ele vacila, extasiado, atingido em cheio pela imagem do Mistério. Então, pela autoridade a mim atribuída, puxo-o com força e meu grito acende de vez a fogueira dentro do meu corpo. O cavaleiro me abraça e me envolve e nossos suores e salivas se misturam e já não sei mais o que é ele e o que sou eu. É a alquimia sagrada que transmuta a matéria, que faz de um mais um, três.


Ele percorre meu interior como a ávida planta que fuça a terra. E eu, terra fértil, recebo sua raiz e me deixo preencher. Ele serpenteia por dentro do meu corpo como o alegre rio que dança sobre a terra. E eu, terra sedenta, recebo sua água e me deixo inundar.


Luas, muitas luas… Estrelas, milhões delas luzindo pelo meu ser… Assim encima como embaixo… Sou a noiva do casamento sagrado entre a Terra e o Céu…


Lentamente o corpo do cavaleiro se separa do meu. Ele me dá um último beijo e adormece abraçado a mim, criança bela e pura. Ao amanhecer ele irá e eu recolherei o orvalho das flores, saudando a primavera e agradecendo pela boa colheita que teremos.


O fogo ainda queima, protegendo nossos corpos do frio da madrugada. Abençoada e feliz, agradeço à Deusa a honra de servi-la. E me uno ao belo cavaleiro no descanso sagrado dos filhos da Terra.
.











UM ABENÇOADO E MÁGICO BELTANE PARA TODOS VOCES, COM MUITO AMOR PARA DAR E MUITAS FOGUEIRAS PARA PURIFICAR!



Fonte : Marion Zimmer Bradley
Meu Livro das Sombras
Ricardo Kelmer 
Wikipedia

LUZ E HARMONIA

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sábado, 27 de abril de 2013

Lua da Lebre - Maio



Também conhecida como : Lua Alegre ou Dyad, Lua Brilhante, Lua Flor, Lua do Retorno dos Sapos, Tbrimilcmonatb (Mes de Leite Triplo), Repololbo, Wnnemanotb (Mes da Alegria), Lua do Plantio, Lua durante a qual os Pôneis de Abrigam.


O quinto dia da Lua Crescente é o festival da Artemísia na China. Na China, A Lua Cheia é também conhecida como Lua Pestilenta; Chung K´uei, o grande caçador espiritual de demônios, é homenageado.


1 de maio : Dia bruxo da Sorveira para a deusa finlandesa Rauni.


4 de maio : Dia do Pilriteiro Sagrado na Irlanda; inicio do mes do Estrepeiro.

5 de maio : Festa do Dragão na China.


9 de maio : Festa de Àrtemis na Grécia.


9,11 e 13 de maio : Lemúria em Roma, quando os espiritos errantes de familiares eram homenageados.


12 de maio : Festival de Shashti na Ìndia; Aranya Shashti é um deus da floresta semelhante a Pã.


15 de maio : Dia de Maya. uma deusa da Lua Cheia, na Grecia.


16 : de maio : Savitu-Vrata na Ìndia : em honra a Saravasti, Rainha do Paraíso.


19-28 de maio : Kallyntaria e plynteria; um festival de limpeza e purificaçao da Primavera, em Roma e na Grácia.


23 de maio : Rosália em Roma, o festival das rosas de Flora e Vênus.


24 de maio : Nascimento de Àrtemis/Diana, chamado de a Thargelia; normalmente na Lua Crescente.  Uma antiga celebraçao grega nesse dia era honrar os Horae. 

É também a celebraçao das Três Mães nas regioes celtas, as quais traziam prosperidade e boas colheitas.


Festival de Vesak : abril-maio


O nome da observância é derivado da Pali prazo vesākha ou sânscrito Vaisakha , que é o nome do mês lunar que cai em abril-maio ​​(ver Vaisakha ). [ 3 ] Em Mahayana tradições budistas, o feriado é conhecido pelo seu nome em sânscrito variantes e derivados do mesmo. Local interpretações do nome variam de acordo com a linguagem, incluindo:
  • Bengali : Buddho Purnima (বু পূর্ণিমা) ou Buddho Joyonti (বুদ্ধ জয়ন্তী)
  • Birmânia : Kason Day Full Moon ( ကဆုန်လ ပြည့် ဗုဒ္ဓနေ့ )
  • China : FO Dan (佛诞) ou gordura Dàahn
  • Filipino : Araw Ni Buda
  • Indonésia : Waisak
  • Japonês : Hanamatsuri (花祭)
  • Khmer : Visak Puja (ou Visak Bochea ) (វិសាខបូជា)
  • Coreano : Seokka Tanshin-il (석가 탄신일,释迦诞身日)
  • Laos : Vixakha Bouxa
  • Malásia : Hari Wesak
  • Nepal : Buddha Purnima (बुद्ध पुर्णिमा) ou Buda Jayanti (बुद्ध जयंती) dia 24/5/2013
  • Sinhala : Wesak (වෙසක්)
  • Tibetano : Saga Dawa (* ས་ག་ཟླ་བ།)
  • Thai : Wisakha Bucha (วิสาขบูชา)
  • Vietnamita : Phat Djan


25 de maio : Festival de Vesak cai nesta data na Tailândia no ano de 2013.

Obs: Sobre este festival vou falar mais pra frente ele completo, pois é muito importante pois foi reconhedido Pelas Nações Unidas como a comemoraçao do Nascimento de Budha.

26 de maio : Dia de Chin-hua-fu-jen na China, uma deusa amazonas semelhante a Diana.


26-31 de maio: Festa da Raínha do Submundo em Roma.


Corresponência


Espíritos da Natureza : fadas, elfos


Ervas : ditammo-de-creta, sabugueiro, menta, rosa, artemísia, tomilho, mil-em-rama


Cores : verde, marrom, rosa


Flores : lirio-do-vale, rosa, dedaleira, gesta


Pedras : esmeralda, malaquita, êmbar, cornalina


Arvores : estrepeiro


Aves : andorinha, pombo, cisne


Deidades : Bast, Vênus, Afrodite, Maia, Diana, Ártemis, Pã, Deus Cornífero, Budha


Este mês é bom para :

Fluxo de Energia : Energia criativa potencial; propagaçao, Intuição, contato com fadas, elfos, dragões e outros seres (dimensionais). Fortalecimento da ligaçao com os seres protetores (dimensonais) que nos rodeiam.
A energia flui dos Deuses dos Bosques e das àrvores.


Que voces possam todos aproveitar esta energia especial do mes de maio!

Fonte : Wikipedia, Livro Mágico da Lua, algumas interpolaçoes minhas.


LUZ E HARMONIA

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terça-feira, 16 de abril de 2013

A Historia de uma Bruxa



A Historia a seguir vem da Deusa Hecate/Cerridwen, em seu aspecto de Bruxa.



Uma Anciã estava sentada num cemitério, costurando um pano preto. Suas agulhas de prata tinham o formato de um leve crescente lunar. Ela usava as tradicionais roupas pretas usadas na velhice. Suas longas tranças grisalhas caiam até os ombros enquanto maos habeis trabalhavam com pericia sua magia sobre o tecido. O cemiterio estava bem iluminado pelo luar e pelo brilho de uma coroa dourada que repousava sobre uma pedra proxima.

Embora estivesse inteiramente concentrada no trabalho que tinha nas maos, os penetrantes olhos da Anciã percebiam tudo o que ocorria ao seu redor. Um homem aproximou-se e ela levantou o olhar, fazendo com que ele se ditivesse.


--Diga-me, voce sabe o que é isso que estou costurando?—perguntou.

--Sei, a senhora está costurando uma capa – respondeu ele.

-- Nao – disse a Anciã. E desviou o olhar do homem, permitindo que ele prosseguisse em seu caminho. Ela retornou ansionamente seu trabalho.

Na noite seguinte, uma mulher idosa passou pela Anciã, que a deteve com o olhar.

-- Diga-me, a senhora sabe o que é isso que estou costurando? – indagou.

A mulher curvou-se e olhou a roupa com atençao.
--Sim, claro. Sei o que está fazendo. Esta costurando um véu de luto.

--Não –disse a Anciã, e deixou a outra seguir seu caminho.

Na terceira noite, uma mãe com uma criança aproximou-se.

--Diga-me você sabe o que é isso que estou costurando? – perguntou mais uma vez a Anciã.

A criança enrolou-se no tecido e ergueu-o acima de sua cabeça. E disse:

--A senhora está costurando o céu da meia-noite.

A Anciã respondeu:

--Sim você acertou – ela estava encanta com a criança

--Cada ponto é uma estrela. Quando o céu estiver cheio de estrelas, voce saberá que fiz um cobertor para lhe proteger. Olhe, voce consegue ver no céu o delicado trabalho que faço com as agulhas.

A Anciã deu à Mae suas agulhas mágicas em forma de lua crescente e disse: “ Voce é o dia em que o trabalho estará pronto.” A Anciã enrolou-se no tecido negro e acrescentou:

-- Eu Sou a noite em que todos vêm descansar e se preparar para um novo dia.

A Anciã estendeu o braço para pegar a luminosa coroa dourada e colocou-a sobre a bela cabeça da criança e disse:

-- E você, filho de um novo dia, é o Sol da manhã.

Os três se afastaram-se caminhando, tendo completado o mágico ciclo da vida.


Fonte : Laurie Cabot e Jeamn Mills




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sábado, 13 de abril de 2013

Laurie Cabot - Bruxas no Mundo!

Laurie Cabot


Laurie Cabot é uma Sumo Sacerdotisa norte-americana e uma das primeiras a popularizar a Bruxaria nos Estados Unidos da América.




É autora de livros tais como: The Power of the Witch, The Witch in Every Woman, Celebrate the Earth. Também fundou a Cabot Tradition of the Science of Witchcraft e Witches' League for Public Awareness para defender os direitos civis dos Bruxos. Nos anos 70 foi declarada pelo governador Michael Dukakis como a "bruxa oficial de Salem, Massachusetts" honrando-a assim pelo trabalho prestado com crianças com necessidades especiais.



Continua a residir em Salem onde tem uma loja chamada The Cat, the Crow, and the Crown. É talvez uma das bruxas mais conhecidas no mundo. É considerada a "lenda" de Salem e uma respeitada celebridade local.



[editar] Vida e CarreiraLaurie Cabot nasceu como Mercedes Elizabeth Kearsey em 1933 na cidade de Wewoka, Oklahoma. Cabot diz que desde criança mantem este interesse pelo ocultismo desenvolvendo-o em Boston enquanto se transformava numa jovem mulher que "assombrava" as paredes na Biblioteca Pública de Boston.



Nos anos 50 trabalhou como dançarina no clube nocturno chamado "The Latin Quarter" propriedade de Lou Walters. Cabot foi questionada por Lou Walters para abrir o seu Las Vegas Latin Quarter cujo pedido recusou. Casou duas vezes e em cada casamento teve duas filhas, Jody Cabot and Penny Cabot as quais foram criadas como bruxas.



Laurie Cabot abriu a primeira "loja de bruxas" no mundo, em Salem na década de 70, a qual foi considerada como um destino turístico. Actualmente existem diversas lojas em toda a baixa de Salem, mas foi Cabot que desbravou o caminho para início deste negócio. Na loja vendia ervas, joalharia, baralhos de Tarot e outros items usados na bruxaria. Mais tarde transferiu a loja para uma velha casa na rua de Essex que chamou de "Crow Haven Corner". A loja continua aberta, mas já não pertence à família Cabot. Laura Cabot mantém na mesma uma loja em Salem em Pickering Wharf e um popular destino turístico como também uma importante fonte para todas as bruxas.



Foi meu primeiro contato com a Bruxaria e seus livros ma ajudaram a entender melhor o que era Ser Bruxa, faço a Ela uma homenagem mostrando sua loja em tres vídeos em que ela vai explicando a utilidade de cada coisa em sua loja em Salem. Infelizmente os videos estão em ingles, mas sua loja é tao linda que vale a pena dar uma olhada...      



A Loja 






Ela é demais nao é e sua loja é um colirio para os olhos, da vontade de ter uma loja assim....mas é importante lembrar que Cabot nao é uma Wicca ela é uma Bruxa .Toda Bruxa pode ser uma Wicca se desejar, o que não é o caso dela. Mas para ser uma Wicca antes tem que aprender a Bruxaria Tradicional e muitas vezes como é o meu caso, estudar Alta Magia ou Magia Cerimonial.

Espero que voces gostem.

Fonte: Wikipédia, Livros da Laurie Cabot

LUZ E HARMONIA


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